Sinto falta daquilo que nunca tive
Da paixão que me foi negada antes mesmo de querê-la
A infelicidade de querer e não poder tocar...
Estes são os primeiros versos de meu último poema. Confesso que ele saiu meio confuso e sombriu, não estava em meus melhores "momentos", por isso não o coloquei na integra.
Mas não é dele que eu queo falar agora. Quero, como de costume, falar sobre o tema. Utilizei o poema somente para dar uma pequena prévia sobre o que eu quero escrever, na verdade, está mais para desabafar.
Me envolvi com uma nova pessoa com quem estava disposto a começar um novo capítulo em minha vida. Antes que algo se consumasse de fato, o "cortejo" foi realmente forte e atencioso. Tudo o que um adolescente precisa para sentir-se avontade.
Pois bem, o romance aconteceu de fato. O caso consumou-se da forma mais mágica que alguém poderia querer. Foi lindo em sua excência, muito mais do que eu poderia pedir.
O grande problema, que é o que me faz escrever aqui hoje, é que fui apenas iludido, esquecido depois que o objetivo foi alcançado. Posteriormente descobri que tinha sido unicamente um trofeu.
Fui enganado por alguem em que confiei detalhes especiais, sublimes.
Um ano depois do acontecido, dou-me conta de que depois de ter apaixonado-me por essa pessoa, passeia a ama-la de uma forma estranha e que ainda sinto sua falta.
Agora não pretendo dizer o que se deve ou não fazer, se minha escolha foi certa ou não. Meu objetivo aqui foi somente o de mostrar minha experiência, como ela aconteceu para mim. Não me atrevo a julgar se ela foi boa ou ruim, na verdade, para mim isso não importa.
Como tudo na vida, essa experiência teve seus bens e seus males. Aprendi com ela e ela de certa forma me faz mais forte do que eu era antes. Levando em consideração de que jamais contei a ninguém sobre o assunto, sobre o que ocorreu. Virou um segredo que somente nós dois sabiamos e que agora os que leem também sabem, mesmo sem nomes ou detalhes mais sordidos.
E
Da paixão que me foi negada antes mesmo de querê-la
A infelicidade de querer e não poder tocar...
Estes são os primeiros versos de meu último poema. Confesso que ele saiu meio confuso e sombriu, não estava em meus melhores "momentos", por isso não o coloquei na integra.
Mas não é dele que eu queo falar agora. Quero, como de costume, falar sobre o tema. Utilizei o poema somente para dar uma pequena prévia sobre o que eu quero escrever, na verdade, está mais para desabafar.
Me envolvi com uma nova pessoa com quem estava disposto a começar um novo capítulo em minha vida. Antes que algo se consumasse de fato, o "cortejo" foi realmente forte e atencioso. Tudo o que um adolescente precisa para sentir-se avontade.
Pois bem, o romance aconteceu de fato. O caso consumou-se da forma mais mágica que alguém poderia querer. Foi lindo em sua excência, muito mais do que eu poderia pedir.
O grande problema, que é o que me faz escrever aqui hoje, é que fui apenas iludido, esquecido depois que o objetivo foi alcançado. Posteriormente descobri que tinha sido unicamente um trofeu.
Fui enganado por alguem em que confiei detalhes especiais, sublimes.
Um ano depois do acontecido, dou-me conta de que depois de ter apaixonado-me por essa pessoa, passeia a ama-la de uma forma estranha e que ainda sinto sua falta.
Agora não pretendo dizer o que se deve ou não fazer, se minha escolha foi certa ou não. Meu objetivo aqui foi somente o de mostrar minha experiência, como ela aconteceu para mim. Não me atrevo a julgar se ela foi boa ou ruim, na verdade, para mim isso não importa.
Como tudo na vida, essa experiência teve seus bens e seus males. Aprendi com ela e ela de certa forma me faz mais forte do que eu era antes. Levando em consideração de que jamais contei a ninguém sobre o assunto, sobre o que ocorreu. Virou um segredo que somente nós dois sabiamos e que agora os que leem também sabem, mesmo sem nomes ou detalhes mais sordidos.
E