O Amor
O amor é sempre uma faca de dois lados, pode machucar você ou o outro a quem se ama. Ou então pode acontecer os casos raros em que nenhum dos dois se machuca.
Mas não estou falando de paixão, daquele calor que aparece de repente, que faz você suar de ansiedade, que fecha sua respiração no momento em que se avista o desejado ou desejada.
Estou falando daquilo que é permanente e duradouro, que não queima, mas aquece um coração solitário, que nos dá calma, tranqüiliza.
O homem é um ser que vive por amores. Não existe nada que um homem ou mulher faça sem que haja algum sentimento que o mova, que o levante a cada manhã. O amor torna cada dia maravilhoso, glorioso. Ver beleza naquilo que idolatramos... Não conseguir pensar em um futuro sem alguém que amamos.
Mas podemos amar mais de uma coisa ao mesmo tempo? Será que é possível? Será que é uma mentira que nós criamos?
Varias são as maneiras de se amar e varias também são as maneiras de se lidar com o amor.
O amor não é conhecido por ser racional, por ter lógica ou estratégia. Ele se manifesta onde menos esperamos, onde não conseguimos avistar uma rosa no meio de tantas cinzas.
Mas irracional ainda é o homem perdido de amor. Ele ganha todas as características que o amor possui, nem todas para ser mais sincero. Mas todas aquelas que o deixam louco, fora de si, nas nuvens.
Mas umas das perguntas que tenho e que não vai querer jamais calar... Até que ponto vale amar?
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