“A infância não vai do nascimento até certa idade, e a certa altura a criança está crescida, deixando de lado as coisas de criança. A infância é o reino onde ninguém morre.”
Edna St. Vincent Millay
Por mais que o nosso desejo de crescer e deixar que a maturidade deixe-nos responsáveis e “adultos”, nossas crianças interiores sempre guardam para a eternidade uma característica que sempre nos é criticada: a teimosia.
Nossas crianças são assim e não querem ficar quietas e deixar-nos viver uma vida que já não tem mais uma graça mágica que sempre era-nos presente. Deixamos de viver aqueles pequenos prazeres inocentes que já foram-nos tão comuns.
Nós não nos preocupavamos com o futuro, a vida não rodava em torno dele, como é hoje. Todos nós vivíamos realmente no presente e cada dia era especial só por ser um novo dia, uma nova história para ser contada para os pais quando a noite caísse.
Nós “crescidos”, deixamos o futuro levar-nos, e não estamos totalmente errados por isso, a preocupação com a nossas vidas é importante, necessária até para as nossas crianças. Mas viver baseado somente nisso é que as incomoda.
Elas querem atenção, querem ser libertadas para brincar, ver o mundo colorido outra vez, sem tudo aquilo que elas, e nós também, achamos chato, cansativo, sem graça alguma. Mas elas também sabem que precisão descansar, deixar que nós, “os chatos”, tomemos conta das coisas por algum tempo, mesmo que ele seja grande demais para sua pouca paciência.
E nisso elas são bem mais inteligentes que nós. Elas sabem que precisamos crescer, somente não querem ser esquecidas. Não é necessário esquecê-las para crescer e nem sempre deixá-la livre e deixar de crescer. É sempre possível encontrar um meio termo.
Claro que a tarefa é dura e difícil. Nunca na história da humanidade foi fácil encontrar soluções simples para problemas tão complexos. Mas quem um dia na vida disse que era fácil viver?
Edna St. Vincent Millay
Por mais que o nosso desejo de crescer e deixar que a maturidade deixe-nos responsáveis e “adultos”, nossas crianças interiores sempre guardam para a eternidade uma característica que sempre nos é criticada: a teimosia.
Nossas crianças são assim e não querem ficar quietas e deixar-nos viver uma vida que já não tem mais uma graça mágica que sempre era-nos presente. Deixamos de viver aqueles pequenos prazeres inocentes que já foram-nos tão comuns.
Nós não nos preocupavamos com o futuro, a vida não rodava em torno dele, como é hoje. Todos nós vivíamos realmente no presente e cada dia era especial só por ser um novo dia, uma nova história para ser contada para os pais quando a noite caísse. Nós “crescidos”, deixamos o futuro levar-nos, e não estamos totalmente errados por isso, a preocupação com a nossas vidas é importante, necessária até para as nossas crianças. Mas viver baseado somente nisso é que as incomoda.
Elas querem atenção, querem ser libertadas para brincar, ver o mundo colorido outra vez, sem tudo aquilo que elas, e nós também, achamos chato, cansativo, sem graça alguma. Mas elas também sabem que precisão descansar, deixar que nós, “os chatos”, tomemos conta das coisas por algum tempo, mesmo que ele seja grande demais para sua pouca paciência.
E nisso elas são bem mais inteligentes que nós. Elas sabem que precisamos crescer, somente não querem ser esquecidas. Não é necessário esquecê-las para crescer e nem sempre deixá-la livre e deixar de crescer. É sempre possível encontrar um meio termo.
Claro que a tarefa é dura e difícil. Nunca na história da humanidade foi fácil encontrar soluções simples para problemas tão complexos. Mas quem um dia na vida disse que era fácil viver?
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