terça-feira, 19 de abril de 2011

Quando escutei a minha irmã...

Até poucos seguntos atrás não sabia o que escrever, sobre o que falar nesse meu espaço.
Perguntei a um dos grandes amores de minha vida, minha irmãzinha do coração, sobre o que eu deveria escrever.
Ela disse assim mesmo: "Escreve sobre como a paixão transforma o humor de uma pessoa". O tema é muito bom, tenho que adimitir. E me deixou um tanto animado, pois ela me permite falar sobre o lado bom e o mal.
A paixão pode maltrar, desgraçar com a nossa existência, deixando assim nosso humor uma verdadeira trajedia para quem nos cercam. É nesse momento em que vemos quem realmente são nossos amigos, pois somente eles nos aturam, são somente eles que aconselham e dão força quando estamos naquela horrível fossa.
Mas também são eles que nos aturam, mais ainda, quando a paixão nos atinge de maneira positiva e gratificante. Eles reviram os olhos com os nossos delirios, com as nossas conversas bobas e totalmente infantis.
Nós mudamos radicalmente quando estamos em estado de paixão. Se a paixão é correspondente, o mundo é cor de rosa, tudo cheira a flores, nenhum problema do mundo é grande demais para nos abalar. Se a paixão não é correspondida não vale a pena viver, o mundo ganha tons de cinza, qualquer som parece garas afiadas em um quadro negro.
Nosso pequeno coração é o que nos move, é baseado nele que agimos, que vivemos. Só vale a pena respirar se ele estivr em bom estado emocional, se a paixão e você estiverem em comum acordo de bem estar.
São tantas coisas para serem ditas que agora eu não consigo mais escrever, a paixão é tão complexa que é até difícil falar dela, e isso também porque a minha aula de português instrumental começou de verdade.

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